006: Experiências sexuais da adolescência...

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Se  engana quem pensa que depois da minha primeira transa sai eu loucamente por aí transando sem parar! Demorei uns 4 meses pra fazer sexo novamente. Enquanto procurava um novo parceiro para um nova experiência já me exaltava com "Ah, já fiz sexo umas vez...", é engraçado lembrar que eu dizia isso pros caras nos chats.

Minha segunda experiência sexual não foi nada boa, ainda não tinha noção de muita coisa então fui super levado ao "não sei o que farei nem o que será de mim" (pra variar haha). O Segundo cara que eu fiquei era um coroa, militar e morava numa cidade mais próxima que eu. Quando entrei naquele carro velho dele, no ponto em que marcamos tive um certo receio, mas já era tarde demais pra desistir. Wagner tinha 40 anos, era branco, careca, alto e magro. O caminho pra casa dele me assustou pavorosamente, chegamos em um trecho onde acabava a rodovia e começava um estrada de chão deia de mato, mas não era qualquer mato, tinham muitas árvores e bambus, sem contar as ladeiras e nesse caminho entrávamos cada vez mais. "Não fica assustado não, vou fazer nada de mais com você (risos)! Falo isso porque a galera se assusta quando vem comigo aqui pela primeira vez.", disse Sérgio. E comigo não foi diferente!

Enfim chegamos na casa dele no alto de um lugar que eu poderia chamar de Nárnia, sério! Se ele quisesse me matar ali não teria pra onde correr, creio eu que não passaria nem da porta, pois tinha um cachorro no quintal. ele foi ao banheiro enquanto esperava na sala e estranhava seus adornos espirituais que tinha na sua casa. Logo veio até a mim e perguntou se queria um pouco de vinho, recusei pois não bebia. Wagner sentou no chão da sala enquanto falava comigo coisas das quais não me lembro, em seguida me beijou. Foi um tanto nojento pra mim, pois ele não se assemelhava ao príncipe do Rodrigo com quem tinha ficado pela primeira vez. Ele não tinha nada de anti higiênico, o que talvez tenha me chocado mais foi o fato dele ser bem mais velho que eu e em seguida o gosto forte de álcool em sua boca, o aspecto que eu sentia da sua língua, enfim. Fiz de tudo pra beija-lo por menos tempo possível. Quando achei que não poderia piorar ele pediu para fazer sexo oral nele e eu... Achei o pinto dele feio. Não tinha nada de irregular ali, era apenas um pinto pequeno (uns 16/17cm), fino e com de aspecto roxo. Igual ao beijo, fiz o menos que pude o boquete. Ele enfim veio me chupar , mas quando tirei o pau pra fora ele se espantou com o tamanho dele falando que era surreal, gigante entre outra coisas do tipo. Do boquete não guardei nenhuma sensação só lembro que também não foi bacana.

Fomos para o quarto, pus a camisinha pra tentar penetrar nele (sim, fui ativo). O cu dele não era apertado nem tampouco ficava perto disso, já era totalmente despregado, não chegava a ser aquele tipo de cu feioso que de tão frouxo faz bico mas, era larguinho. O cara fez tanto escândalo, gemeu e estremeceu horrores pedindo para eu ir de vagar e dizendo que meu pau era muito grande e grosso. Naquela época nem tinha noção do que era um pau grande de verdade, pra mim meu pau era normal, achava que tinha um tamanho parecido com os caras dos filmes que assistia, então era estranho ver tanto espanto que Wagner fazia ao vê-lo.

Sem delongas, ele pediu pra eu gozar na boca dele enquanto se masturbava enquanto ele tocava punheta. Fiquei chocado... Ele simplesmente bebeu minha porra toda, engoliu tudo mesmo, cheguei nem ver a cor do esperma! "Graças a Deus acabou!!!", pensei. Ele me levou pro ponto de ônibus e assim foi minha segunda vez com um cara.

Não demorou muito e minha terceira vez foi com um cara que se eu desse mole, ele teria se apaixonado por mim, de verdade. Ele tinha pele escura, voz mansa, um cara normal. Marquei de encontra-lo num supermercado num bairro próximo de casa. Ao entrar no seu carro que estava parado no estacionamento, ele disse que tinha medo de me levar pra casa dele, pois ainda tinha 14 anos e ele quase 30. Disse pra ele que era tranquilo, que não ia gerar problemas. Ele concordou comigo e fomo pra casa dele, numa cidade do lado da minha. Assim como o Wagner, ele morava só, só que ao contrário do outro as condições eram bem mais favoráveis! A casa ficava próxima de uma região que eu conhecia e era bem melhor, o ambiente era mais confortável. Comi um pizza quase inteira e começamos a nos beijar depois. Naquele dia meti muito no rabo dele, demorou pra entrar tudo, mas também quando entrou, não perdoei hahaha! E foi assim durante quase toda a madrugada. Não senti tesão nenhum naquela noite pra falar a verdade, até porque se tivesse sentido teria gozado metendo, várias vezes. Me prazer naquela noite foi entender enfim que era ativo e me sentir dominante no papel, aquela transa pra mim foi uma brincadeira e fiz tudo que que via nos filmes e sempre quis fazer no quesito penetração. "Amanhã vou ter sérios problemas pra sentar!", disse ele ao terminarmos o banho. No dia seguinte de manhã ele me deixou no ponto de ônibus mais próximo e fui pra casa com o rosto ardido de tanto beijar aquele cara de barba serrada.

Não me lembro qual foi exatamente a quarta vez, o que sei é que já tinha feito 15 anos e muitas experiências no mínimo estranhas aconteceram. Umas lembro e outras prefiro nem lembrar, mas o importante é que nada de ruim nunca me aconteceu e agradeço muito a Deus por me dar proteção nesse período em que me faltava tanto uma cabeça ajuizada! Consegui ainda com 15 anos ficar com um coroa que era super bacana comigo, era cabeleireiro e eu não saía da casa dele! Comi muito aquele rabo, mas com ele não tive durante esse período transas que posso considerar umas das melhores.

A gente faz tanta besteira quando é adolescente... Ai ai... Se eu fosse parar pra contar todas as tentativas falhas que fiz de ter aventuras sexuais super bem sucedidas não teria mais fim o texto.

Ao fazer 16 anos sentia muita falta de me relacionar sexualmente e amistosamente com pessoas mais próximas a minha faixa etária, mas parecia ser algo difícil, pois não vivia numa atmosfera favorável a isso. A vergonha era grande de fazer coisas que se tornassem públicas e os meninos da minha idade que tinham experiências com outros calavam-se entre si. Nunca me achei um rapazinho bonito, sabe? Nunca mesmo e acho que realmente não era... Hahahahaha! Mas no meio dessa confusão toda, encontrei um garoto da minha idade, ele é apenas 10 dias mais novo que eu. Nos conhecemos por uma sala de bate papo gay da minha cidade que eu sempre entrava. Olhava eu a barra lateral com os nicks dos caras online e vi um que se intitulava "Lek16...", as reticências eram a sigla do bairro que eu morava naquele período. Eu decifrando aquilo fiquei logo curioso pra dar um "oi" e ver qual era a do garoto.

Indo pro MSN vi que ele era um garoto que morava nesse bairro que eu residia, com quem um coroa que eu ficava tinha conversado há um tempo. descobri logo em seguida que Gê tinha estudado na mesma escola e no mesmo turno que eu no ano anterior, tudo isso foi uma comédia e tanto. Sabe... Eu sempre tive essa característica de espião 007, sério (risos), chegava a espantar a todos que conviviam comigo por causa disso! Sempre sabia além do que as pessoas imaginavam que eu soubesse, mas eu não procurava saber, as coisas simplesmente aparecia para mim, isso somado ao meu forte raciocínio lógico me fazia umas espécie 'garoto estranho sabichão'. Enfim marcamos encontro num lugar conhecido do bairro, fui com medo. Fazia um frio do cacete naquele dia, fomos conversando andado até a casa onde ele mora. Falamos de tudo que você possa imaginar, principalmente dos garotos gostosos da escola e do bairro, de quem era viado assumido e de quem era incubado, de quem transou ou tinha deixado de transar com quem e etc. Gê estava muito nervoso naquela noite gelada, acho que ele estava encantado por mim, não conseguia dar um pio e olhava pra mim sem graça. Fomos para o quintal de uma casa abandonada, numa rua paralela a da casa dele e nos beijamos por umas horas. Sexo oral? Rolou sim, mas não transamos, não rolou penetração. Ele pra variar fez um baita de um espanto com o meu pau, disse que se fosse me dar morreria entre outras piadinhas do tipo. Sabe qual apelido que ele me deu? Tróia! Sabe né!? Cavalo de Tróia, cavalo, cavalo tem pauzão... Enfim, esse foi o conceito o apelido! Hahahahahaha!!! Fiquei com Gê por um tempo, acho que aquele lenga lenga durou uns 3 meses, mas nunca transamos de verdade, ele era ativo, eu também e ficou por isso mesmo. No fim da história eu me cansei de diversas coisas dele e o contato foi se esfriando.

Gente, quis contar um pouco das experiências mais marcantes da minha adolescência (pelo menos daquelas que rolaram até os 16 anos). Vou revelar pra vocês que as histórias interessantes de verdade só começaram a acontecer a partir dos meus 17 anos. Nos próximos capítulos as coisas começam a ferver, então fiquem ligados, várias paradas pesadão estarão aqui no Raphalô!!

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