Conto: 'Estuprando o Filho do Delegado'.

• Comentar
Galera, esse é mais um conto que eu tinha lá no Na Cabeça do Rapha e particularmente gosto bastante. Ele é verídico okay?! Assim como todos os contos que posto e postarei aqui. Espero que curtam . Deixem seus comentários!



Saudações. Bom, primeiramente vamos a minha descrição: Me chamo Igor, tenho 33 anos, 1,80 de altura, 75 kg, branco, cabelo e olhos pretos, corpo definido por academia, solteiro, super discreto e não afeminado (e também não curto caras afeminados).

O fato que vou relatar aconteceu no final de 2009, quando eu trabalhava como coordenador de uma escola no interior do Paraná. No começo do ano passado entrou um novo aluno no 1º ano do ensino médio que logo me chamou a atenção: um garotão de 16 anos, moreno claro, corpo bem definido, uma bunda enorme, lábios carnudos e uma cara absurda de safado. Mas rapidamente percebi que o que ele tinha de gostoso tinha de insuportável: se achava o rei do mundo por seu pai ser uma autoridade. Vivia provocando seus colegas, agredindo alguns, debochava dos professores e não respeitava nenhum regulamento da escola. Ele vivia recebendo advertências e só não chegava a ser expulso por todos terem medo do pai dele. Mas eu não estava nem aí pra esse fato, e brigava muito com ele, e depois no fim das contas seu pai me apoiava, o que deixava o garoto mais puto da vida.

Chegou o final do ano e aconteceu o que eu presumia: Ele ficou de recuperação de várias matérias e estava quase pra reprovar. No dia da prova final, ele fez a prova com mais dois alunos, e os dois acabaram primeiro enquanto ele ficou sozinho na sala comigo (eu estava aplicando a prova porque o professor havia faltado). Enquanto ele fazia a prova eu ficava reparando no corpo dele. Era um dia de muito calor, até estranho pra região onde moro. Ele estava com uma bermuda fina, que realçava mais ainda aquelas coxas grossas e aquela bunda carnuda deliciosa. E ele estava de chinelo (morro de tesão por pés masculinos, ainda mais de garotões), e eu reparei naquele pé branquinho e unhas bem feitas, e com alguns pelinhos. Eu não pude evitar, até pela situação (eu e ele sozinhos na sala) e acabei tendo uma ereção em plena sala de aula. Tentei rapidamente esconder, mas eu tenho quase certeza que ele viu. Estranhamente, aconteceu o contrário do que eu imaginava: ao invés de ficar bravo ou rir da minha cara ele começou a se insinuar pra mim.

O filho da puta começou a alisar as coxas, e passar a mão debaixo da camiseta, olhando pra mim. Eu estava quase perdendo o controle com a situação, sai da sala pra tomar um ar e o deixei lá fazendo prova. Quando voltei, ele fingiu que nem me viu. Depois de um tempo se levantou, me entregou a prova praticamente em branco e falou "Toma essa merda, sua bicha do caralho!". Minha vontade era dar um soco na cara dele, mas me segurei. Ele saiu da sala e foi caminhando pelos corredores até o portão de saída, eu o segui e reparei que não havia mais ninguém na escola, nem sequer o porteiro. Eu comecei a andar atrás dele, quando ele me viu falou "O que você quer seu gay?", nesse momento eu o segurei pelos braços com toda minha força e o imobilizei, ele gritou "Ficou maluco? Me solta, você está me machucando seu desgraçado!!!".

Então o empurrei pro banheiro masculino, dentro de uma cabine e fechei a porta. Ele caiu ao lado do vaso sanitário ainda em estado de choque. Dava pra ver o medo em seus olhos. E isso me deixou muito excitado: ver aquele valentão que todos tinham medo ali totalmente desprotegido e cheio de medo. Eu comecei a desabotoar a calça e abrir o meu zíper, e ele falou "Cara, o que você tá fazendo? perdeu o amor na sua vida? por acaso se esqueceu quem sou eu?". Na hora que eu coloquei meu pau pra fora ele fez uma cara de espanto. Realmente eu tenho um pau enorme (22 cm). Eu falei pra ele "Chupa!". Ele veio pra cima de mim querendo me dar um soco, mas novamente o imobilizei e o coloquei sentado no vaso sanitário. Me posicionei em frente dele e ordenei dizendo "Cai de boca sua mulherzinha, e se morder eu vou te dar um soco tão forte que vou tirar sua mandíbula do lugar!". Ele começou a tremer (aparentemente nunca tinha feito aquilo, mas devia morrer de vontade, bichinha enrustida).

Ele completamente sem jeito começou a chupar, não conseguia nem colocar a cabeça direito na boca, mas eu o fiz abrir totalmente a boca e meu pau deslizou pra dentro de sua boca, então eu agarrei sua cabeça e soquei com tudo na garganta dele, fazendo ele engasgar feio, quase vomitando. Fiquei fodendo a boca dele por uns 5 minutos, e ele se engasgando e com lágrimas nos olhos, eu me divertia com a cena, e morria de tesão, como nunca. Então eu o levantei, agarrei sua cabeça e o beijei cheio de fúria, ele tentava se livrar e só me xingava e dizia que estava com nojo. Mas como eu era muito mais forte que ele, conseguia dominá-lo todo tempo. Não havia como ele escapar do que eu mais queria desde o momento que coloquei os olhos nele, aquele era o momento. Eu o debrucei sobre o vaso, fazendo ele ficar com a bunda completamente arrebitada e exposta em minha direção. Eu rasguei a bermuda dele e fiquei cheirando sua cueca e sua virilha um bom tempo, até arrancá-la com os dentes.

Ele se tremia todo e falava meio soluçando "Meu pai vai matar você, te caçar no inferno, você sabe disso, filho da puta". Nesse momento dei um tapa na cara dele e o mandei calar a boca. Eu cai de boca naquele cuzinho virgem, lambia feito um animal. Ele se contorcia, com certeza a bichinha estava amando, tanto é que ficou de pau duro. Enquanto eu passeava minha língua naquele cu delicioso, eu o masturbava. Ele gemia bem baixinho, certamente pra eu não perceber que ele estava adorando e quase a ponto de gozar. Mas ele continuava me xingando de veado, gay filho da puta, e etc. Aí eu parei de dar prazer pra ele um pouco, pois o que queria mesmo é ver aquele veadinho sofrer na minha mão. Me posicionei atrás dele, passei um pouco de saliva no meu pau, posicionei a cabeça na entrada do cuzinho dele e em uma só estocada enfiei meus 22 cm tudo de uma vez dentro daquele rabinho virgem. Ele soltou um grito tão alto que com certeza alguma casa vizinha da escola deve ter ouvido. Tapei a boca dele e fui metendo sem dó, ele começou a chorar igual uma menininha, e dizia (abafado pela minha mão em sua boca) que estava doendo demais, implorando pelo amor de deus para eu parar. Quanto mais eu via que ele estava sofrendo, mais eu aumentava a força da metida.

Meti por uns minutos e de repente baixou a fêmea no moleque. Ele começou a rebolar no meu pau, gritando pra eu fodê-lo mais forte. Eu puxava o cabelo dele por trás e falava "Tá gostando é, putinha? Eu sabia que você gostava de pica...". Ele pressionava seu corpo contra o meu, como se quisesse me engolir inteiro dentro dele. Eu comecei a meter muito rápido, e ele gemia como uma puta, urrava, delirava com meu pau entalado no reto. Ele suava muito, então lambi suas costas e provei aquele suor de garoto, e isso me deixou com mais tesão. Então, eu parei, o virei de frente, coloquei suas pernas em meu ombro e posicionei meu pau, e nessa hora reparei que a cabeça do meu pau estava toda cheia de sangue (eu havia realmente acabado com o moleque, mas eu estava com tanto tesão em possui-lo que pouco me importava se ele havia sentido dor, queria mais é que sentisse mesmo).

Começamos um belo frango assado, então eu o fodia olhando em seus olhos, e agora ele apresentava uma expressão de prazer e completa submissão ao seu macho. Ele alisava meu peitoral, meu abdômen. E eu enquanto o fodia, pegava seu belo e delicioso pé e o lambia, cheirava, mordia. Lambia cada dedo, depois descia até o calcanhar. Aquele pé lisinho e cheiroso na minha cara me deixava maluco. Ele gemia igual uma puta. Então finalmente avisei que ia gozar (eu estava segurando há muito tempo, pois queria que aquilo durasse para sempre), ele subitamente disse "Goza na minha boca". Pra quê ele disse aquil?! Eu tirei bruscamente meu pau do do seu cuzinho quente, arrancando até um gemido de dor dele, sentei no peitoral dele e comecei a me punhetar. Depois de uns segundos veio o primeiro jato que foi direto pra boca dele. Ele até assustou com a quantidade de porra, mas engoliu tudo. Os outros jatos foram todos em seu rosto. Ele ficou todo lambuzado. Nessa hora ele me agarrou pela nuca e me deu o melhor beijo da minha vida, que eu nunca vou esquecer. Se vestiu com uma certa dificuldade (pois estava com o corpo dolorido), olhou nos meus olhos e disse "Até um dia, professor". Se virou e foi embora.

Nunca mais ouvi falar dele, só sei que o repeti de ano pois não dava pra passá-lo de jeito nenhum, e que seu pai foi transferido, então ele se mudou, mas não faço ideia pra onde. Até hoje lembro daquele guri gostoso, e já bati várias punhetas pensando no que aconteceu. Hoje ele deve estar com namorada, acho que nem se lembra mais de mim. Só sei que pelo menos por um dia aquele veadinho.

0 comentários:

Postar um comentário