Conto: 'O Loirinho da Academia'.

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Eu me chamo Luciano, já com uns 32 anos, saía do trampo e ia malhar, pra manter a forma e ficar bem comigo mesmo. Tenho 1,75 m, 73 kg, cabelos pretos curtos, nada muito especial no meu físico, além olhos castanhos claros. Está tudo no lugar e acho que o conjunto causa boa impressão, pois não tenho dificuldade de arranjar companhia. Embora seja uma pessoa reservada, sei que tenho facilidade para me aproximar de quem me atrai, podendo ser muito simpático e cativante, envolvendo as pessoas na manha, como se costuma dizer aqui em Belém do Pará.

Jason tinha acabado de fazer 19 anos quando começou a frequentar a mesma academia que eu. Aparentava ser menor idade, tinha cara de moleque safado e se chamava Jason. Era branquinho, muito loirinho, tinha pêlos nas pernas que iam “rareando” quando subiam pelas coxas e voltavam a engrossar na virilha formando o “caminho do pecado” na direção de seu umbigo. Seu peito largo também tinha alguns pêlos claros. Devia ter 1,80m, era magro, mas tinha bundinha, coxas grossas e costumava ir malhar com shorts um pouco curtos (mas não apertados), que puxava para baixo da cintura e com camisetas velhas e cortadas, deixando seu abdômen liso a amostra.

Eu não conseguia tirar o olho daquele cara, principalmente quando ele ia para determinados aparelhos e deixava em destaque aquele volume grande, mal arrumado para a direita. Às vezes ele se tocava que podia chamar a atenção e metia rápida e discretamente a mão dentro do shorts colocando aquele cacetão para baixo, o que me deixava alucinado, pois eu ficava em posição que dava ver o pauzão descansando no meio daquelas bolas, por entre o seu calção, em cuecas brancas e surradas de algodão. Quando ele ficava de pernas abertas deitado no supino. Ficava secando o cara sem deixar ele perceber. Essa situação toda durou uns 6 meses.

Ele estava ganhando massa muscular e ficando mais gostoso. Ele me deixava nervoso, não conseguia ficar à vontade para tentar me aproximar. Até que um dia ele me pegou feio olhando para ele no supino, eu não consegui disfarçar. Ele ficou me encarando curioso, mas depois fechou a cara. Terminei meus exercícios e fui para casa, triste por ter dado bobeira, pensando que daquele jeito eu nunca ia conseguir transar com o boy loirinho e ainda ia servir de gozação para os outros caras da academia.

O próximo dia era sábado e eu resolvi ir malhar às 8:00 para pegar a academia vazia e a única pessoa que já estava lá quando eu cheguei era o Jason. "Fala cara!!! Eu tava sozinho nessa porra. Dá uma força pra mim aqui, que eu aumentei minha carga ontem e ainda não tô aguentando legal esse peso...", me cumprimentou normalmente, olhando pra mim.

Lá fui eu pra trás do supino apoiar a barra para aliviar o peso enquanto ele fazia as repetições. Malhamos juntos naquele dia. Ele falava muita sacanagem e ficou surpreso talvez por eu ser mais velho e não ter muitas amizades na academia. Entrei na onda dele e comecei a falar besteira também, rimos muito naquele dia. De vez em quando ele me olhava com uma cara meio safada, mas eu ficava na minha.

Às 10:30 tínhamos terminado as séries e fomos embora (quando a academia estava começando a encher). "Porra tinha esquecido que ainda tenho aula de informática essa tarde, ás 14:00, caralho!", comentou Jason. Perguntei onde ele estudava e descobri que a escola ficava bem perto do meu apartamento. Já tinha a vida bem estruturada, morava só e resolvi o convidar para passar lá em casa depois da sua aula pra tomar uma cerveja, ouvir uma música, ver uns filmes... Ele ficou calado durante um tempinho, mas logo sorriu e pegou meu endereço e telefone, e aceitou o convite e perguntou se dava para eu pegar um filme de sacanagem (já que ia passar na locadora), pois fazia um tempo que ele não via pois na casa dele tem sempre muita gente.

Faltavam 15 minutos para as 16:00 quando o interfone tocou. "Cheguei cedo cara!? O filho da puta do professor liberou a gente mais cedo hoje", disse Jason. "Sobe aí, tô terminando de tomar banho", respondi a ele.

Saí do banheiro e Jason já estava na sala de bermuda jeans apertada, tênis, regata azul marinho e óculos escuros. Ele tava lindo na sua simplicidade. Perguntou se podia ver meus CDs. Falei pra ele colocar um som e pegar uma cerveja na geladeira enquanto eu me vestia.

Começamos a beber e conversar sobre música, para minha surpresa ele conhecia e gostava de muitas bandas de rock da minha geração, tipo Iron, Rush, Nirvana, Pink, Led, Queen, entre outras. Foi quando ele me surpreendeu dizendo "Porra cara, eu sei que nem sempre tem a ver, mas pra gostar desse som você deve curtir um baseado... Porra se você curtir e tiver um aí, eu tô mesmo muito a fim de fumar". Eu ri alto e respondi que poderíamos fumar um sim. Ele ficou todo entusiasmado.

Fumamos um baseado e ele perguntou se eu havia pego “aquele filme", eu respondi que sim, mas teríamos que ir para o meu quarto, pois o DVD ficava lá. Pegamos mais cerveja e eu coloquei o filme e puxei as cortinas do quarto pra ficar meio escurinho. Nos sentamos um em cada lado da cama e Jason pediu pra tirar a camiseta e o tênis. O filme começou a rolar. Deu nem meia hora de filme e eu já estava doidão, não conseguia tirar os olhos da bermuda dele que estava com um volume enorme. O pau dele estava pra baixo e formava um arco duro e pulsante no jeans. Ele fingia que não estava percebendo que eu estava olhando. Acho que aquela tora mal arrumada estava o incomodando. Ele pediu pra dar uma mijada.

Ele foi no banheiro e eu fui pegar mais cervejas e ainda vi ele metendo a mão na bermuda pra tirar a rola, com certa dificuldade. Ele voltou para o quarto com o pau pra direita. Não resisti mais e passei a olhar mais insistentemente. Ele olhava pra mim de vez em quando e fazia algum comentário sacana sobre o filme. Eu ria, já desesperado pensando se eu deveria esticar a mão e pegar logo naquela rola. Sua bermuda tava manchada de leve com uma gotinha de sêmen na direção da glande.

Depois de quase uma hora de filme, percebendo que não dava mais pra ignorar que eu não tirava o olho do pau dele, Jason virou pra mim e me encarou sério. "Qual é cara? Não para de olhar pra cá!", disse Jason apertando o pau. "Jason, já te fizeram um boquete enquanto você via um filme pornô?", respondi com voz baixa e com medo. Ele chegou pra perto de mim e com cara de puto, próximo do meu rosto perguntou, com a voz muito grossa "Como é que é cara?". Confesso que eu estava tremendo de nervoso, com medo da reação dele. Passava pela minha cabeça, que ele tinha deixado ir tão longe só pra ver qual era a minha e depois cortar e me sacanear. Olhei pra ele sério e disse pra ele deixar aquilo pra lá.

Voltei a olhar pra o filme agora com a cara fechada, ele ficou me encarando ainda um tempo, mas depois recuou para o lado em que ele estava na cama, esticou as pernas e de supetão abriu o zíper e puxou a bermuda pra baixo, junto com a cueca e seu pau pulou como uma alavanca, durão e avermelhado, batendo na barriga com força, fazendo aquele barulho de tapa. Ele afastou a rola do abdômen, forçando só com um dedo, apoiado na base grossa daquela pica, empurrando ela pra cima, que era pra eu ver bem o tamanho. Eu estava pasmo olhando aquela coluna de carne!

"Tá a fim de chupar cara, se tiver mesmo afim, tá aí! mas é só chupar falô?". Comecei a beijar suas coxas me aproximando da virilha enquanto ele se masturbava bem devagar curtindo o filme, e eu assistindo de perto e ao vivo aquele colosso pulsando! Devia ter uns 21 cm, com uns pentelhinhos loiros, era grossa, branca, reta, roliça, afunilado um pouco na direção da glande, terminando com um cabeção vermelho macio e rombudo, parecendo que ia estourar de tão duro. Quando pensei em ir devagar pra ele não gozar muito rápido, logo ele começou a esfregar a rola no meu rosto. "Chupa logo, olha só a minha caceta já tá toda melada, tu não queria chupar?...então chupa, porra!", disse Jason baixinho.

Comecei a lamber a base da pica dele, cheirava a sabonete Phebo. Senti o gosto do esperma que já estava escorrendo, o pau pulsava com força na minha mão a cada lambida que eu dava. Abocanhei a sua glande apertando meus lábios em volta, fazendo movimentos pra cima e pra baixo, enroscando a língua naquele cabeção. Jason ficou doido, pegou minha cabeça e forçou contra seu pau tentando fazer eu engolir aquela vara toda, mas eu consegui tirar da boca antes. "Porra cara, você me deixa com o pau duraço, diz que quer chupar e depois fica tirando onda!!! Qual é?!", disse ele puto! Respondi rápido, "Eu quero e vou te chupar muito, mas eu também tô doidinho pra sentir esse cacetão no meu cú e não quero que você goze logo, coloca em mim cara? Nunca vi um pau do tamanho do teu!!!". Ele ficou acariciando o pau, sorrindo e disse "Porra cara, tu tem um papo do caralho não é?! Chupa. Chupa que tava firme, depois a gente vê o que a gente faz."

Voltei a chupar e agora chupava o cacetão todo, que estava duro como pedra. "Faz eu gozar, faz cara. Deixa eu gozar na tua boca?" dizia Jason para mim enquanto me dominava.

Eu continuei chupando e fui tirando minha bermuda ficando numa posição que dava pra ele ver minha bunda, "Deixa eu pegar na tua bundinha pra eu ver qual é...", ele me disse. Fui me virando lentamente e fiquei quieto de bruços na cama. Primeiro ele deu um tapinha, começou a apertar as nádegas e depois passar o dedo de leve no rego, descendo até lá embaixo. Nessa altura eu tinha entreaberto as pernas e meu traseiro estava se contraindo a todo minuto e quando ele sentiu isso, falou com a voz rouca bem excitado: Fica de quatro fica, pra eu ver esse cuzinho piscando... Cadê a camisinha? Eu lhe dei a camisinha e ele colocou o preservativo com dificuldade. Passei gel naquele cacetão. Em seguida ele me abraçou por atrás e com o pau dando pinote encostado na minha bunda, falou no meu ouvido "Tu me deixou com um tesão do caralho sacana, agora". Eu respondi "Bota devagar que eu aguento tudo 'falô'?. Fica parado e deixa que eu vou colocando aos poucos dentro de mim, até entrar tudo". "Tá firme, mas eu quero gozar com o meu pau até o talo na tua bunda, sacana!", disse ele. Ele sentou na beira da cama e fiquei olhando pelo espelho ele encostar o cabeção que estava bem melado de lubrificante no meu cú. Ele ficou parado depois de apontar, eu relaxei e empurrei a bunda para trás. Entrou um pouco, senti dor mas fiquei na minha. Ele puxou o ar entre os dentes. "Entrou só a cabeçinha”, disse Jason. Eu aguentei um pouco e fiquei contraindo aquele cacetão no meu rabo e então engatei de novo a ré. A pica dele entrou até a metade, eu já tava relaxado mas mesmo assim doeu muito.

Dei um tempo de novo e excitado comecei a mexer um pouco. "Não está mais doendo sacana? Deixa eu meter tudo, deixa? Tá gostoso pra caralho, tá quente esse cu, apertadinho.", sussurrou no meu ouvido. Respondi sem pensar: "Mete, pode meter tudinho que eu tô gostando!". Jason me agarrou pela cintura e nessa hora eu aproveitei pra por a mão dele em cima do meu pau. Me puxando para trás, enfiou aquele cacetão todo no meu rabo. Senti seus pêlos e saco encostando nas minhas nádegas, enqto isso ele dizia "Não mexe cara, não mexe cara que eu ainda não quero gozar. Fica parado que eu ainda não quero gozar! Ah!!! Tá apertado pra caralho, Ah, sacana se tu ficar mordendo minha caceta assim com esse cuzinho eu não vou aguentar e vou gozar cara!". Eu então não me segurando, dei uma rebolada, depois fui para frente, deixando só o cabeção engatado. Contraí meu cú e fui para trás engolindo aquele pauzão todo, com vontade. "Goza cara, goza gostoso, que eu já tô gozando.", disse eu.

Estava espirrando a porra em todo o colchão e Jason sentindo as contrações do meu rabo, me deu três bombadas com muita força. Meio descontrolado ele gozou, me esmagando na cama. Ele ficou deitado em cima de mim por uns 5 minuto enquanto eu sentia o pau dele ainda duro pulsando dentro de mim e sua respiração cansada na minha nuca. Pedi pra ele tirar devagarzinho, pois estava doendo. Ele tirou com cuidado, sentou na cama e depois me disse "Vem aqui que eu quero falar contigo...". Eu sentei do lado dele meio desconfiado, ele passou a mão nos meus ombros e rindo encaixou a cabeça no meu pescoço, começou a me dar uns cheiros. Fui virando procurando a sua boca, ele parou, me encarou sério de novo e foi aproximando seu rosto até me beijar com muito carinho.

Jason levantou pediu pra tomar banho, fui levar a toalha pra ele. Fiquei olhando pra ele na ducha. Ele sorria maroto e baixava a cabeça, olhava para pau que não baixava, olhava pra mim e ria de novo. "Vai ficar tudo normal entre a gente não é cara? A gente pode ficar amigo?", perguntei. "Pode sim, mas... Transa foi só essa 'falô'? Foi bom pra caralho, mas eu não quero me ligar. Cara, não fica puto comigo, isso nunca me aconteceu; pelo menos não desse jeito. Tenho receio, minha família é foda! Assim como confiei em você, te achei legal e deixei rolar, quero que você entenda também o meu lado. Talvez a gente ainda dê uma saída aí, um dia desses... Deixa passar um tempo... Isso se você ainda quiser, beleza?", isso foi o que ele me respondeu.

Jason mudou de horário na academia, encontrei com ele uns 2 meses depois de novo em um sábado de manhã. Ele me deu um sorrisão quando me viu, me chamou e me abraçou discretamente. "Penso em ti pra caralho cara, se tu mudar de ideia, eu tô lá em casa.", falei pra ele baixinho. Ele riu e depois respondeu sério "Porra cara, não faz isso...". Jason nunca mais voltou ao meu apartamento, eu tive que me mudar um tempo depois e perdemos contato. Eu dedico a ele com muita saudade a melhor transa da minha vida.

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