005: A primeira foda a gente nunca esquece.

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Depois da bomba ter estourado, comecei a ser uma menino largado, saía e voltava quando queria. Minha mãe se via louca nessa situação, mas também não fazia nada para que ela fosse revertida. Minha válvula de escape se tornou a internet. Me sentia um feioso, um Zé Ninguém. Lembro-me de chorar, ficar pra baixo quase todos os dias devido a esse turbilhão de coisas que vinha na minha cabeça. Escrevia muito na minha agenda, desabafando sobre a minha vida que realmente era uma bosta em vários pontos (E eu tenho essa agenda do ano de 2009 até hoje guardada, nem leio de tanta vergonha que dá! HAHAHAHAHAHA!).
De forma aleatória liguei para Rodrigo um dia no meio de semana. Tinha saído da escola mais cedo pois tinha faltado dois professores. Tinha apenas dinheiro de uma passagem de Barca e o meu cartão de estudante, decidi enfim encontrar o Rodrigo sem pensar em absolutamente mais nada, apenas fui. Por sorte estava bem arrumado, com minha melhor camisa, minha melhor calça e o meu melhor tênis. O esquema foi o seguinte: Marcamos um horário na Praça XV. Eu tinha apenas o dinheiro de uma passagem, ou seja, se ele não fosse, estaria fodido pra caralho. Conseguem imaginar alguém de 14 anos de idade que nunca andou só pelo rio sem grana pra voltar pra casa? Pois é, sempre fui louco, hoje em dia sou com menos intensidade, mas não deixo de ser.

Plano armado e executado, tinha chegado na Praça XV e... Aonde estava o Rodrigo? Entrei em desespero. Comecei a ligar pra ele dos orelhões incessantemente com medo de que ele não fosse, esperei por meia hora que me pareceu uma eternidade, mas ele enfim chegou, usava uma camisa azul marinho, rapaz esbelto, bonito. Caminhamos em direção ao metrô e fomos conversando sobre coisas aleatórias (pra falar a verdade nem me lembro que coisas eram essas). Saímos do metrô e fomos a uma lanchonete em Copacabana mesmo, perto da casa dele. Lá ele me perguntou coisas do tipo "Em que série você está?", sempre super simpático.

Subimos para o seu apartamento e... Sentei no sofá. Rodrigo me trouxe um copo com água, o tomei e em seguida ele sentou do meu lado. "E agora?!", pensei nervoso no meio daquele silêncio todo. Rodrigo olhava para mim sorrindo e eu não podia deixar de reparar seus lábios avermelhados. Como ele era charmoso! "Gostou de me conhecer?", perguntou Rodrigo para mim. Respondi sem graças que sim e ele me beijou.

Cara, esse foi o meu primeiro beijo de verdade. Foi tão gostoso, tão bom e... Não sei mais dizer o que foi (risos).

Fomos pra cama e continuamos nos beijando por lá, sem parar, eu por cima dele. Estava com o pau super duro. Mal acreditava que enfim estava tão perto, tão colado em um homem de verdade, parecia surreal. Ele tirou a minha camisa e em seguida tirou a sua também. Logo depois a mesma coisa se repetiu com nossas calças. Rodrigo usava uma cueca boxer cinza de uma marca famosa, aquilo logo me remeteu ao desejo que tinha por aqueles homens bonitos de cueca dos recortes de revistas e encartes que fazia. Eu tinha na minha frente, podia tocar enfim de verdade num homem de cueca, nossa, aquilo tudo foi muito louco.

Ele já cheio de tesão pôs o pau pra fora e... Fiquei extasiado, foram por poucos segundos que olhei pra ele fixamente para aquela pica a analisando e a associando as características que sempre lia nos contos eróticos da internet. Realmente a textura daquela pele parecia um veludo, a cabeça era rosada, aquele pau era maravilhoso de tão bonito. Ele pediu pra eu chupar, e pus aquilo na boca de imediato, que piroca gostosa! Cara... Posso estar sendo um saco com isso mas... Era incrível isso! Eu estava pegando, vendo de perto, chupando um pau de verdade (porque eu tentava sempre chupar o meu e nunca conseguia hahahaha)! Ele gemia de tanto tesão e me pediu pra também chupar suas bolas. Ele tinha um timbre de voz manso e gostoso de se ouvir. O chupei de várias formas e posições (Realmente os professores dos filmes pornôs realmente são muito bons!). Naquela altura do campeonato eu já tinha entendido que ele queria me comer, só não sabia ainda como iria lidar com aquele momento.

"E aí, vamos tentar?", perguntou ele. Respondi que poderíamos com muito receio. Ele se levantou da cama pra pegar a camisinha e eu me levante em seguida. Ele chegou perto, ficamos frente a frente e ele pegou no meu pau e começou a punhetar. "Caralho, pau grossão! Grossão hein!", repetia ele impressionado com a minha pica. "Com 14 anos seu pau já é assim maior que o meu? Quando crescer vai arrebentar a buceta das meninhas!" (o cara queria me comer e ainda me disse um troço desse! Só podia ser piada hahahahahahahahahahahahhaha!!!), disse Rodrigo medindo meu pau com o dele, frente a frente. Eu ria sem graça, né?! Não tinha muita noção do que era um pau grande, dotado naquela época, na minha cabeça sempre tive o pau "normal", por mais que por vezes e vezes quando criança minha mãe me zoasse com coisas do tipo "Ah, você tem um piru de cavalo", "Piru de homem velho numa criança", "Ih, essa cenoura - uma cenoura grandona - parece o piru do Rapha!", eu sempre ria dessas coisas. Na verdade naquela época o meu pau era apenas um dedo e meio maior do que o dele, mas sempre foi grosso. Não lembro dele ter me chupado, tenho quase certeza de que ele não me chupou.

Ele pôs a camisinha, passou o gel e começou a tentar de ladinho. Aaaaaaai!!! Como aquilo ardia! Parecia que meu rabo estava pegando fogo. O pau dele nem tinha entrado todo direito e eu já me perguntava o que estava fazendo. De várias vezes que ele tentou sempre ardia e doía muito, aquela dor aguda, sabe? Que sensação estranha. Por fim ele me conseguiu colocar o pau todo no meu rabo e socava com mais velocidade, enquanto eu me rebatia na cama. Sempre que pedia uma pausa ele parava, mas queria manter o pau lá dentro pra acostumar o cú. Ele vendo que ali já não estava mais tão legal pra mim  (Tadinho! De mim, lógico!), me disse "Vamos pro banheiro?" e pra lá fomos. Ele temperou a água do chuveiro enquanto me beijava. Começamos a tocar punheta enquanto nos beijávamos debaixo da água levemente morna. Ele pediu pra meter de novo e eu deixei né? Afinal estava ali pra isso. Ele começou a socar com força e gemia como o rugido de um leão. "Vai, goza logo! Ai! Hunf!", dizia eu enquanto ele metia. Enfim ele tirou o pau pra fora e gozou muito em jatos impressionantes. A cara de prazer dele... Nossa... Me dava um tesão! Logo em seguida também gozei.

Terminamos nosso banho e ele me perguntou se realmente tinha sido a minha primeira vez. Respondi que sim. Filho da puta, dei meu cú virgem pra ele e ainda me faz uma pergunta dessas! Enquanto nos vestíamos no seu quarto ele me passou uns pornôs gay num CD-Room para eu assistir no meu DVD em casa (quando minha mãe não estivesse, lógico!). Ele também compartilhou comigo uma história engraçada de uma amigo dele de Minas Gerais. Nisso descemos, ele foi me levar de volta pro mesmo lugar onde foi me buscar. Nos despedimos com um "A gente se fala!". Cheguei em casa com o cú dolorido, fiquei dias sem ir no banheiro, mas apesar da dor não estava e até hoje não estou arrependido da experiência que tive com o mineiro.

No dia seguinte mandei um depoimento pra ele no Orkut dizendo o que eu tinha achado dele, que tinha superado minhas expectativas entre outras baboseiras, ele me respondeu a nível. Lembro que cheguei a escrever a experiência ainda com os detalhes recentes e vívidos em minha memória em uma folha avulsa de caderno que ficava desacoplada da minha agenda. Rasguei essa folha uma semana depois com medo de que alguém a achasse, mas a verdade é que eu gostaria de ter essa folha guardada até hoje.

Essa foi a primeira e única vez que vi o Rodrigo, o mineiro do sorriso bonito. Não sei porque, mas não nos falamos mais desde então e o único contato que lembro ter dele é um endereço de MSN inativo. rixtu@hotmail.com com certeza marcou a minha vida. Ah... E não, não cheguei a me apaixonar por ele, graças a Deus! Acho que não deu tempo pra que isso acontecesse.

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